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É da andropausa
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 - 13:41

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Eles começaram a comer as unhas
não sabendo se é dos nervos,
acumulados pela retenção,
do liquido amniótico...ou da mão?

É a ansiedade a ser expulsada
nas adrenalinas fodásticas
é o pânico de serem comidos vivos
de esguelha... pelas ratas.

Vão adelgaçando o ânus fúbito
soltam as hormonas em gritos
já comem os dedos
no esgueirar dos trânbitos.

Esperam pela nova cirurgia
entretidos nos matrecos,
vão cuspindo as unhas em desespero
enquanto, lhes depilam o traseiro.

Tudo lhes sai no jogo da canastra
pó-lo em pé já, é o que basta
vai de Redbull, para lhes dar asas
é a andropausa que os põe de gatas.




Chá de menta
quarta-feira, 20 de outubro de 2010 - 17:24

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Agarrados à malagueta
e sem levar nenhuma pimenta
que valha a pena açucarar
eles são o bule pró chá .....de menta



...
Já não nos interessa misturar,
nem para que lado a colher vai rodar,
a era é de grande danação
exclusiva do grão, Pantaleão.


Vai a erva para o bule
ferve em minutos no fun
Grita o bule ...arre cun
berra o chá...muuuu


E o jejum a dar pró cun
O cun fáfá e um,
vai de acido para acabar em pum,
sobe de balão...jaz catrapum!





Perdi o sabonete
sábado, 15 de maio de 2010 - 19:48

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Coragem castrada pelo tempo
desejos que levam o vento
símbolos de peace and Love
preciso de um sabonete "DOVE"

Já me pus na banheira
me lavei com o chuveiro
escorreguei no sabonete
parti os cornos ao meio

Transtornada fiquei
de tamanho trambolhão
nunca mais vi a esponja
nem sei onde se meteu o sabão.

E com tanta espuma
também não vejo o chuveiro
sinto-o borbulhar lá no meio
encontrei-o no meio do pintelho.






Hienas
sexta-feira, 4 de setembro de 2009 - 14:39

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Estamos a ficar como as hienas.
Comendo a merda que cagam
fodendo 3 vezes por ano
sem ninguém perceber porque se riem
nem entenderem, porque não se calam.

Atarracadas e peludas
já de traseiros caídos
nada modestas as piquenas
largam mau cheiro dos ouvidos.

Predadoras oportunistas
sempre de pastilha elástica
latindo desalmadamente
só assim se desenrascam.

São rainhas Mangalonas
a viverem na savana virtual
têm tal brotoeja
comem até o que cheira mal.

Julietas desta nova era
hienas bem disfarçadas
que remédio têm elas
se não se rirem das cagadas.

E quando se foram as caravelas
nasceram, conquistadores de meia tigela
ficaram alguns predadores
mas até esses, têm medo delas.




Tango do ensejo
quarta-feira, 2 de setembro de 2009 - 23:14

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Desatino sem tamanho
entre os cus dos metafisicos
Girivásios sem amanho
vamos todos virar tisicos.

O melhor disto tudo
é que a gente ri
e sem saber porquê
também nos cagamos e ninguém vê.

De muletas já andamos
sem que ninguém nos toque
O Alzheimr veio para ficar
e nós no choque...choque...

Esta merda não anda pra frente
vive na linha do caranguejo
sempre com ancas rebolonas
dançamos tango no ensejo.

Malditas pernas tortas
com fungos e escaravelhos
cinturinha de vespa
e cada vez mais sem pintelhos.




Elas e os problemas
- 19:21

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Têm nobreza no rascunho
lindeza de cascabulho.
Andam cansadas de tantos cornos
lutam sem confessarem pelos entrefolhos.

Guinando por entre os molhos
respiram fagulhas
desenrascadas até ás unhas
metem tudo nas múmias.

Mastigam já sem dentes
chupando já sem língua
não acreditam nas balelas
nem estão ai, para quem adivinha.

Adoradoras de pilocas
a surgirem ao acaso
vivem com guelras inchadas
e fígados guisados com nabos.

Poetizas do vasculho,
loiras avantajadas in pá
morenas descascadas da olá
agora já deram com o "dá".

Porque eles andam cozidinhos.
Será um problema...quiçá?
Deve ser de andarem rapadinhos
e nem verem o que há.




Falta-me qualquer coisa
sexta-feira, 17 de julho de 2009 - 01:23

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Agora falta-me sempre qualquer coisa,
perdida no chão.
Mas não sei se é fobia
se é coisa do António Mourão.

E por muito que se faça
desde que bata na palheta
bate sempre tudo certo
quando nos resta bater à palmeta.

Vou sentindo a roupa a bater na pele,
prostrada, e surda como uma porca
faço riscos no céu
canto para todas as larocas.

Acabo, agarrada à beata
escrevendo com o crayon,
vou pincelando com a língua
enquanto aliso o pintelhou.